Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem. (Mateus) "Está é a guerra da informação" - Sobrevivente Ninja -
sexta-feira, 29 de março de 2013
Iluminati Propagação na América / ACORDA!!! POVO!
A maioria dos Pais Fundadores da América faziam parte de sociedades secretas, sendo maçons, rosa-cruzes ou outros. Alguns deles viajaram para a Europa e foram bem versados nas doutrinas dos Illuminati.
De 1776 a 1785 - quando os Illuminati da Baviera era abertamente ativos - Benjamin Franklin estava em Paris servindo como embaixador dos Estados Unidos para a França. Durante a sua estada, ele tornou-se Grão-Mestre da Loja Les Soeurs neufs que foi anexada com o Grande Oriente da França. Esta organização maçônica foi dita ter se tornado a sede francesa dos Illuminati da Baviera. Ele foi particularmente influente na organização do apoio francês para a Revolução Americana e mais tarde foi parte do processo para a Revolução Francesa.
Em 1799, quando o ministro alemão G.W. Snyder advertiu George Washington do plano dos Illuminati "para derrubar todos os governos e religião", Washington respondeu que tinha ouvido "grande parte do plano nefasto e perigoso das doutrinas dos Illuminati". Ele no entanto concluiu sua carta afirmando: "Eu acredito que, não obstante, que nenhuma das Lojas neste país estão contaminadas com os princípios atribuídos à sociedade dos Illuminati".
Em outra carta a Snyder, escrita um mês depois, Washington continuou sobre o tema:
"Não era minha intenção duvidar que as doutrinas dos Illuminati, e os princípios do jacobinismo não se espalharam nos Estados Unidos. Pelo contrário, ninguém é mais verdadeiramente satisfeito com esse fato do que eu.
A idéia de que eu quis transmitir, era que eu não acreditava que as Lojas dos Maçons Livres no País teve, como Sociedades, esforço para propagar as doutrinas diabólicas dos primeiros princípios, ou perniciosa do último (se forem susceptíveis de separação). Os indivíduos que delas podem tê-lo feito, ou que o fundador, ou o instrumento empregado para fundar, as Sociedades Democráticas nos Estados Unidos, podem ter tido esses objetos, e realmente tinha uma separação do Povo de seu Governo em vista, é muito evidente para ser questionada. "
Parte da carta original escrita por George Washington sobre o Illuminati
A julgar por esta carta, George Washington foi, obviamente, bem ciente das doutrinas dos Illuminati. E mesmo se ele não acreditava que as instituições maçônicas dos Estados Unidos haviam propagado as suas doutrinas, ele admite que os indivíduos poderiam ter realizado esse esforço.
By Raidenxresistance
Iluminati Propagação na América / ACORDA!!! POVO!
A maioria dos Pais Fundadores da América faziam parte de sociedades secretas, sendo maçons, rosa-cruzes ou outros. Alguns deles viajaram para a Europa e foram bem versados nas doutrinas dos Illuminati.
De 1776 a 1785 - quando os Illuminati da Baviera era abertamente ativos - Benjamin Franklin estava em Paris servindo como embaixador dos Estados Unidos para a França. Durante a sua estada, ele tornou-se Grão-Mestre da Loja Les Soeurs neufs que foi anexada com o Grande Oriente da França. Esta organização maçônica foi dita ter se tornado a sede francesa dos Illuminati da Baviera. Ele foi particularmente influente na organização do apoio francês para a Revolução Americana e mais tarde foi parte do processo para a Revolução Francesa.
Em 1799, quando o ministro alemão G.W. Snyder advertiu George Washington do plano dos Illuminati "para derrubar todos os governos e religião", Washington respondeu que tinha ouvido "grande parte do plano nefasto e perigoso das doutrinas dos Illuminati". Ele no entanto concluiu sua carta afirmando: "Eu acredito que, não obstante, que nenhuma das Lojas neste país estão contaminadas com os princípios atribuídos à sociedade dos Illuminati".
Em outra carta a Snyder, escrita um mês depois, Washington continuou sobre o tema:
"Não era minha intenção duvidar que as doutrinas dos Illuminati, e os princípios do jacobinismo não se espalharam nos Estados Unidos. Pelo contrário, ninguém é mais verdadeiramente satisfeito com esse fato do que eu.
A idéia de que eu quis transmitir, era que eu não acreditava que as Lojas dos Maçons Livres no País teve, como Sociedades, esforço para propagar as doutrinas diabólicas dos primeiros princípios, ou perniciosa do último (se forem susceptíveis de separação). Os indivíduos que delas podem tê-lo feito, ou que o fundador, ou o instrumento empregado para fundar, as Sociedades Democráticas nos Estados Unidos, podem ter tido esses objetos, e realmente tinha uma separação do Povo de seu Governo em vista, é muito evidente para ser questionada. "
Parte da carta original escrita por George Washington sobre o Illuminati
A julgar por esta carta, George Washington foi, obviamente, bem ciente das doutrinas dos Illuminati. E mesmo se ele não acreditava que as instituições maçônicas dos Estados Unidos haviam propagado as suas doutrinas, ele admite que os indivíduos poderiam ter realizado esse esforço.
By Raidenxresistance
quinta-feira, 28 de março de 2013
AGORA QUE O INFERNO VERDADEIRO VAI COMEÇAR. VOCÊ NÃO VAI TER PRA ONDE CORRER.
Muitos de vcs ainda, não se deram conta do que esta sobre-voando nossas cabeças! ACORDA!!! POVO!!!
Polêmicos e revolucionários, mais de 200 VANTs voam no país sem regra
Levantamento inédito feito pelo G1 mostra emprego civil e militar no Brasil. Uso dos "aviões-robôs" em ataques militares dos EUA é polêmica mundial.
Mais de 200 drones – veículos aéreos não tripulados (vant, na sigla em português) – estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para o uso civil e comercial destas aeronaves. O número foi obtido a partir de levantamento realizado pelo G1 com fabricantes, importadores, empresas e órgãos de governos estaduais.
Os drones – zangão ou zumbido, em inglês – desempenham funções que antes dependiam de aviões e helicópteros tripulados, buscando maior eficiência e alcance, redução de custo e mais segurança (veja nos vídeos ao lado drones em ação no Brasil e voos dos dois tipos mais comuns).
A nova tecnologia virou polêmica nos Estados Unidos e em todo o mundo depois que o país desenvolveu avançados modelos armados e passou a usar regularmente os "aviões-robôs" para destruir alvos no Oriente Médio.
Milhares de pessoas já foram mortas em ataques de drones, muitas delas inocentes, todas sem julgamento ou chance de defesa. A revista "Time", na edição da última semana de março de 2013, publicou a reportagem intitulada "Então, quem nós podemos matar?" (So, Who Can We Kill?), com um debate sobre a moralidade do uso bélico dos drones. O tema é recorrente nas principais revistas e jornais americanos. Entre membros da Organização das Nações Unidas (ONU), a preocupação é de que mais países passem a utilizar os drones como arma, numa escalada das mortes à distância.
Apesar de popularizado pela controversa utilização militar, é o uso civil dos drones que pode transformar inúmeros serviços. Com formatos e tamanhos variados, o número de máquinas voadoras controladas remotamente deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos no país e no mundo, devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores, sensores de raio-x, dentre outros.
Entusiastas falam em "revolução dos drones" e projetam milhares de aparelhos nos céus, em breve, seja a serviço do governo e de empresas ou para realizar tarefas cotidianas como entregar produtos, regar o gramado, acompanhar crianças até a escola ou guiar turistas pela cidade.
Hoje, distantes das indústrias, estudantes e apaixonados por tecnologia desenvolvem drones artesanais, aproveitando processadores, baterias e componentes retirados de smartphones e outros equipamentos eletrônicos.
Em alguns países, vants são usados para inspeção de linhas de transmissão, de rodovias ou grandes obras por transmitirem imagens em tempo real. Neste caso, são utilizados modelos pequenos, de até 2 kg, que sobrevoam centenas de quilômetros diariamente, bem próximos aos cabos da rede, identificando fios rompidos, ocupações irregulares e outros problemas.
As informações enviadas para a central são precisas, e o serviço de manutenção é acelerado. No Brasil, algumas empresas já estão começando a testá-lo no lugar de helicópteros.
Outro trabalho realizado por drones é o levantamento aéreo de terrenos, para cartografia, geografia e topografia, bem como serviços de filmagem para engenharia, mineração e indústria cinematográfica. Governos fazem uso da novidade principalmente nas áreas de segurança e de prevenção de desastres.
Só a AGX Tecnologia, uma das 15 indústrias que produzem esse tipo de aeronave no Brasil, diz ter vendido mais de 100 vants desde 2005, de acordo com o diretor Adriano Kancelkis. Entre os clientes estão órgãos públicos, consultorias ligadas ao ramo ambiental e fazendeiros que usam os drones para monitorar lavouras.
Outra empresa, a BRVant, já vendeu ao menos 35 para militares, agricultores e órgãos públicos, e também exportou outros para a América Latina. Segundo o proprietário, o engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) Rodrigo Kuntz, a falta de entendimento entre Aeronáutica e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre as regras necessárias para que esses aviões possam operar e serem certificados impede que as vendas sejam maiores.
“Assassinato sem julgamento”
Os Estados Unidos perceberam o potencial militar e passaram a usar drones para atacar alvos suspeitos de terrorismo no Afeganistão, Paquistão, Iêmen, Somália, além de monitorar outros países. A eficácia das missões é contestada por organizações de direitos humanos, que apontam um grande número de inocentes entre as vítimas e contestam a legalidade do recurso. Críticos falam em "assassinatos sem julgamento", "guerra suja" e "violação das leis internacionais".
A Fundação Nova América, baseada em Washington, contabiliza 350 ataques desde 2004, a maioria durante o governo de Barack Obama, com número de mortos entre 1.963 e 3.293, incluindo entre 261 e 305 civis. Segundo o Escritório de Jornalismo Investigativo, em Londres, o número de vítimas fatais em ataques americanos com drones é maior, entre 2.627 e 3.457, sendo entre 475 e 900 civis. No dia 20 de fevereiro, o senador republicano Lindsey Graham, defensor do uso de drones em ataques militares, disse que o número de mortos soma cerca de 4.700 pessoas, incluindo inocentes.
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou em janeiro uma investigação sobre as vítimas civis de disparos de drones e pretende identificar possíveis casos de "execuções extrajudiciais". Segundo o relator especial Ben Emmerson, "o aumento exponencial do uso da tecnologia dos drones em diversas situações representa um verdadeiro desafio para o direito internacional atual".
Na sociedade americana, houve manifestações por maior transparência nas regras usadas para os ataques. Segundo a ONU, 51 países já possuem essa tecnologia e há preocupação de que outros países resolvam usar o drone como arma além das fronteiras, como fazem os EUA, sem um inimigo claro. Em meio à pressão, Obama reconheceu que os americanos "merecem saber mais sobre os ataques" e prometeu trabalhar junto ao Congresso.
Os Estados Unidos possuem mais de 7.800 drones ao redor do mundo. Um terço do total de aeronaves da força aérea do país não é tripulado, e quase metade dos pilotos em formação vai comandar esse tipo de equipamento futuramente.
Avião-robô é realidade no Brasil
O uso militar e principalmente as aplicações civis dos veículos aéreos não tripulados fizeram o Brasil investir na nova tecnologia, transformando-se em um centro emergente de pesquisa, fabricação e utilização de drones.
O Brasil conta com 15 das 44 indústrias de drones na América Latina e reúne ao menos outras 5 empresas desenvolvendo sistemas, segundo a Associação Internacional de Veículos Não Tripulados (AUVSI) e a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde).
Apesar de pouco conhecidos e discutidos, os drones são realidade em vários setores do país, sendo usados nas áreas de energia, mineração, agricultura, rodovias e construção civil, além de ajudar no trabalho de órgãos policiais, ambientais e de defesa civil. Centros de pesquisa e desenvolvimento de projetos, montados em universidades com financiamentos do governo e da iniciativa privada, trabalham na construção de vants dos mais variados tamanhos, formas e serventias. Outros modelos são importados de países que já usam drones há mais tempo.
PF usa para fazer prisão no Paraná
No final de 2012, a Polícia Federal utilizou um vant israelense para seguir uma embarcação suspeita na tríplice fronteira com o Paraguai e a Argentina, em uma operação sigilosa contra o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
A aeronave transmitiu em tempo real imagens de boa qualidade, feitas à noite, a investigadores do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (Nepom), que puderam realizar a prisão em flagrante dos criminosos. Outra ação usando o equipamento também teve êxito, e suspeitos de tráfico em região próxima à Usina de Itaipu foram presos.
A PF não deu maiores detalhes das operações, mas disse que o drone israelense tem custo operacional até 10 vezes inferior ao de um helicóptero tripulado. As duas unidades do modelo Heron, fabricados pela Israel Aerospace Industries Ltd (IAI), chegaram ao Brasil em 2010 ao custo de aproximadamente R$ 80 milhões cada. Os vants ficam alojados na Base Aérea de São Miguel do Iguaçu (PR) e são os únicos de uso civil certificados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no país.
Bope receberá em 2013
O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e a Defesa Civil do Rio de Janeiro vão contar ainda em 2013 com cinco unidades de um drone produzido pelo governo em parceria com o Instituto Militar de Engenharia (IME), do Exército. A aeronave foi utilizada durante as chuvas na Região Serrana e no distrito de Xerém, em Duque de Caxias, no início do ano.
"As imagens captadas por ela nos deram um conjunto rico de informações sobre onde era prioritário atuar, onde havia entulhos a serem retirados e para mapear o terreno e entender o que havia ocorrido", afirma o coronel Douglas Paulich Júnior. "A aeronave não tripulada irá revolucionar o trabalho de prevenção a desastres".
A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que o projeto de operação dos vants ainda está em estudo e que ainda não há conclusão sobre como os aparelhos serão empregados.
O modelo tem dois metros de envergadura e é elétrico, com alcance de 10 quilômetros e uma hora de autonomia de voo. Cada equipamento custa R$ 180 mil e transmite imagens em tempo real para uma espécie de óculos usado pelo operador em terra.
"Pretendemos fazer um vant brasileiríssimo, 100% nacional, inclusive com os sistemas e os sensores. Além da produção, vamos treinar os pilotos da polícia e dos bombeiros. O Bope separou até um grupo para um curso de três meses. Nosso objetivo é que saibam operar com segurança", diz o major Jacy Montenegro Magalhães Neto, gerente do projeto no IME.
PM usa na área ambiental em SP
A Polícia Militar de São Paulo comprou dois modelos da empresa AGX em 2012 e aguarda certificação dos equipamentos junto à Anac para usar na área ambiental.
Como teste, os drones foram usados para monitorar uma embarcação em área de exploração proibida e registrar em imagens os trabalhos ilegais realizados nas margens de um rio. A PM também estuda o uso para policiamento e no apoio a bombeiros em operações de salvamento no mar.
O comando da PM da Bahia está criando, dentro do seu grupamento aéreo, uma subunidade encarregada de planejar como os vants poderão ajudar no combate ao crime na divisa com Pernambuco, em uma região conhecida como Polígono da Maconha. "Já empregamos em testes e vamos adquirir alguns aviões ainda em 2013. É uma ferramenta maravilhosa, tanto para o patrulhamento de rodovias, acompanhamento de queimadas, quanto para inteligência, para monitorar ações de traficantes", diz o capitão Arlindo Bastos de Miranda Neto.
VANT para inspeção de energia
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) já investiu R$ 4 milhões para construir um drone, em parceria com a Fundação para Inovações Tecnológicas (Fitec), visando à redução de custos na inspeção de redes de transmissão de energia, hoje feita com helicópteros. Com possibilidade de viajar até 100 quilômetros, voando a 150 metros do solo para obter imagens detalhadas nas missões de inspeção, o protótipo ainda passa por testes e aguarda licença da Anac para operar.
"Já é possível, com ele, identificar casos de invasão de faixa de servidão (área abaixo e próxima da linha de transmissão que não pode ter ocupação), de realizações de obras, com movimentação de terras, próximos às estruturas, de ocorrências de erosões no pé da torre e de vegetações abaixo da linha, coisas que podem colocar em risco o sistema elétrico", afirma Jaelton Avelar Fernandino, gerente de Gestão Tecnológica da Cemig. A Petrobras firmou uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) para criar um drone apto a fiscalizar mais de 14 mil quilômetros de faixas de oleodutos, trabalho hoje realizado a pé pelos técnicos da empresa. O objetivo é desenvolver um aparelho capaz de verificar possíveis invasões e irregularidades, avaliar danos que possam colocar em risco a distribuição de óleo e agilizar os trabalhos de manutenção. Testes preliminares foram feitos em uma área do Exército no Rio de Janeiro, mas a decisão sobre adotar ou não os drones ainda não foi tomada.
"Ainda não temos a dimensão de quanto um vant pode reduzir custos e nos garantir rapidez na identificação de problemas. Isso só será possível quando levarmos para o uso real em um processo sistemático. Espero que até 2014 consiga ter uma avaliação, para que a empresa decida ou não como empregar a aeronave", diz Heitor Araujo, do departamento de tecnologia da Petrobras.
A Energia Sustentável do Brasil, consórcio que administra a construção da Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, usou drones para monitorar a retirada da vegetação do reservatório da usina. As imagens localizaram áreas de desmatamento ilegal na floresta amazônica e foram entregues ao Ibama para avaliação.
Na agricultura, drones são usados por empresas que atuam com levantamentos topográficos, mapeamento aéreo, consultoria ambiental, controle de pragas, correção de problemas, entre outros serviços. Diversas empresas investem no desenvolvimento de sistemas sofisticados de sensores e de gravação e transmissão de dados.
A AGX, empresa que desde 2002 foca no uso agrícola dos drones, já vendeu modelos para vigilância de usinas de cana de açúcar e para agricultura de precisão. Os vants tem preços que variam entre R$ 60 mil e R$ 800 mil, dependendo das configurações e do tipo de sistema instalado, e podem voar até quatro horas seguidas. Entre os clientes, além de empresas e de cooperativas, estão fazendeiros que fazem uso particular dos dispositivos.
Um novo modelo, construído em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Centro Tecnológico do Exército (CTex) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi lançado há poucos dias com uma novidade: um airbag capaz de proteger a aeronave em pouso vertical.
"Com o vant, ganha-se muito em relação a corte de despesas e segurança, quando se compara com o uso de um helicóptero. O vant pode obter imagens de alta qualidade com um custo operacional por hora de R$ 10. Enquanto que a hora de um voo de helicóptero fica em R$ 1.500 ou mais", afirma Adriano Kancelkis, diretor da AGX.
"O emprego do vant no Brasil é muito promissor, principalmente para fotos aéreas, planejamento urbano, controle de tráfego de rodovias, identificação de pontos críticos em estradas ou em grandes obras, controle de plantações ou na pecuária", diz Luiz Munaretto, diretor da Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (DCABR), que trabalha em parceria com a Anac para regulamentar o uso de drones no país.
Copa do Mundo e Olimpíada
Em 18 de fevereiro, a Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu dois aviões não tripulados feitos pela empresa israelense Elbit, que custaram R$ 48,174 milhões e serão montados em Santa Maria (RS), de onde devem operar a partir de março. Sem serem equipados com armas, os modelos vão reforçar a segurança nas sedes da Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016. Em junho deste ano, o sistema será testado durante a Copa das Confederações.
Até 2014 deve ficar pronto o Falcão, drone de mais de 800 kg que está sendo produzido pela brasileira Avibras com investimento do Ministério da Defesa e que será vendido pela Harpia (parceria da Embraer, Avibras e a israelense Elbit).
O modelo está entre os favoritos para ser adquirido pelos militares brasileiros. Um dos projetos, inclusive, é equipar o vant com mísseis e bombas para fins de combate.
"O drone é a evolução do poder de combate, ele sintetiza tudo. Ele tem sensores capazes de localizar qualquer coisa, consegue transmitir a informação em tempo real para qualquer lugar – o que só o drone é capaz – e pode neutralizar e eliminar a ameaça naquele exato momento. É uma arma completa", diz o general Alvaro Pinheiro, especialista em terrorismo e defensor da capacidade brasileira em operar drones com armas.
"O projeto existe, mas vai ficar para o futuro. Por enquanto, o foco prioritário é vigilância e monitoramento. O assunto é ainda bastante delicado. Precisamos primeiro avançar na atuação de vants de reconhecimento", afirma Renato Tovar, diretor da Avibras.
Entre as ações militares que as Forças Armadas planejam fazer empregando drones também estão o monitoramento de fronteiras, a segurança de instalações estratégicas como usinas e plataformas, a proteção da Amazônia, e a defesa da costa brasileira.
Fim da privacidade e riscos à aviação
A capacidade de circular sem serem percebidas, guiadas remotamente a partir de informação recebida por sensores e câmeras, faz com que os drones sejam motivo de desconfiança. Em vários países há debate sobre ética e moral no emprego de drones, principalmente no que se refere a questões de privacidade.
Há temor de que a falta de transparência no uso dos veículos encubra possíveis abusos no monitoramento de áreas e pessoas, com interceptação de conversas telefônicas, fotografias e filmagens feitas de maneira irregular. Países e indústrias já estão sujeitos à espionagem, por exemplo.
A verdade é que a tecnologia dos drones avança mais rapidamente do que o mundo é capaz de refletir sobre o seu uso e seus benefícios, abrindo espaço para projeções paranóicas de um futuro em que não será possível escapar do raio de ação dos drones. Com os céus repletos de pequenas aeronaves equipadas com alta tecnologia, como saber quem está operando o aparelho, quais informações estão sendo recolhidas e que usos serão feitos desses dados?
As autoridades temem ainda o risco de colisão com aviões e obstáculos aéreos, bem como a possibilidade de que o equipamento caia sobre áreas habitadas, colocando em risco a vida de pessoas em solo. Controlados de uma cabine, os drones circulam sem garantia de que os operadores tenham total conhecimento da situação no ar.
"Vant é como um avião. Não se pode impor as mesmas regras para um ultraleve e para um Airbus voarem. São tipos e tamanhos diferentes, com funções diferentes. Há vants pequenos e grandes, usados para coisas diferentes", explica o engenheiro Flávio Araripe, referência no tema no Brasil desde 1980, quando começou a estudar drones dentro da Aeronáutica.
O caminho seguro para que vants consolidem-se como ferramentas benéficas à sociedade é a regulamentação e a fiscalização das aeronaves e de seus operadores. O responsável pelo controle da aviação civil nos Estados Unidos deve divulgar ainda em 2013 normas referentes aos voos domésticos de drones. Vários países aguardam o documento para servir de base na criação de suas próprias leis.
Atualmente, a operação civil ainda é bem controlada nos Estados Unidos, restrita a liberação de licenças individuais e proibida em regiões habitadas.
No Brasil, a Anac reconhece a importância do uso civil dos drones, tanto para indústria como para a sociedade, mas afirma que, "devido aos novos desafios e características associadas ao voo remoto, são necessárias adequações na regulamentação deste tipo de aeronave para garantir níveis de segurança".
Na prática, apesar da pressão de empresas do setor, apenas os dois vants da Polícia Federal estão aptos a voar após terem recebido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), expedido para casos especiais, garantia de que a agência fez a avaliação do projeto técnico e de aeronavegabilidade, atestando as condições de segurança da aeronave.
A agência esclarece que, mesmo nos países em que existe a regulamentação sobre o tema, ainda há limitações na legislação devido à inexistência de especificações de aparelhos e de seus operadores, "que vão desde os critérios técnicos que um projeto deve atender até o treinamento necessário para as pessoas envolvidas", garantindo "que os vants possam ser integrados com segurança no espaço aéreo".
Tanto as normas da Anac quanto as regras do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, proíbem totalmente o voo de drones sobre cidades brasileiras. As demais operações precisam ser comunicadas à Aeronáutica com antecedência de 15 a 30 dias, para evitar que os veículos dividam o espaço aéreo com aviões comerciais.
"Nenhum país atualmente permite voo livre de vant. Sempre é um processo de autorização especial, concedido caso a caso. O maior desafio, no mundo todo, é tentar integrar a aeronave remotamente pilotada às aeronaves pilotadas", afirma o capitão José Augusto de Almeida, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), um dos especialistas do tema no país.
Em outubro de 2012, a Anac publicou no Diário Oficial a Instrução Suplementar (IS) 21-002, que prevê requisitos básicos para certificar os veículos. Drones totalmente autônomos são proibidos. Interessados em obter a licença devem enviar para a agência informações sobre o modelo e o propósito da operação.
"O Brasil lidera na América do Sul, e também desponta no mundo, com iniciativas que envolvem o acesso de aeronaves remotamente controladas ao espaço aéreo. É um tema que envolve várias preocupações com a segurança", diz John Scull Walker, que integra um grupo que propõe regras para o uso de drones dentro dos Estados Unidos e outro que discute e regula internacionalmente o tema.
"O governo brasileiro está sendo o mais ativo na América Latina na abertura de seus céus para as vantagens e benefícios de aeronaves remotamente controladas e também no crescimento da indústria. No mundo todo, a regulação é restritiva em relação a áreas urbanas e a aplicação, apesar de crescente, é ainda muito limitada", diz Gretchen West, vice-presidente da Associação Internacional de Veículos Não Tripulados (AUVSI).
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não informa o número de vants no país porque o cadastro de aviões experimentais, usado para as aeronaves remotamente pilotadas, também engloba outros tipos de modelos, não sendo possível separar só os drones. Em 2012, a Anac tinha registrado 4.750 aeronaves experimentais. Apenas as duas unidades usadas pela PF, no entanto, estão autorizadas a voar.
Com o "boom" dos drones, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos expediu, desde 2007, mais de 1.400 licenças de operação para veículos de uso doméstico, sendo que 327 seguem listados como "ativos". Boa parte dos pedidos foi feito por unidades policiais, universidades, agências federais e departamentos de transporte. Só a agência responsável pela proteção das fronteiras conta com dez aeronaves para monitoramento dos limites com o México e o Canadá.
Estados Unidos, Israel, Irã, Rússia, China, Inglaterra, Itália e Paquistão lideram a produção e a utilização militar de drones, segundo a Federação Global UVS International, enquanto que Austrália, Canadá, França, Inglaterra e Espanha figuram entre os países mais avançados no uso civil e comercial das aeronaves.
By Raidenxresistance
AGORA QUE O INFERNO VERDADEIRO VAI COMEÇAR. VOCÊ NÃO VAI TER PRA ONDE CORRER.
Polêmicos e revolucionários, mais de 200 VANTs voam no país sem regra
Levantamento inédito feito pelo G1 mostra emprego civil e militar no Brasil. Uso dos "aviões-robôs" em ataques militares dos EUA é polêmica mundial.
Mais de 200 drones – veículos aéreos não tripulados (vant, na sigla em português) – estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para o uso civil e comercial destas aeronaves. O número foi obtido a partir de levantamento realizado pelo G1 com fabricantes, importadores, empresas e órgãos de governos estaduais.
Os drones – zangão ou zumbido, em inglês – desempenham funções que antes dependiam de aviões e helicópteros tripulados, buscando maior eficiência e alcance, redução de custo e mais segurança (veja nos vídeos ao lado drones em ação no Brasil e voos dos dois tipos mais comuns).
A nova tecnologia virou polêmica nos Estados Unidos e em todo o mundo depois que o país desenvolveu avançados modelos armados e passou a usar regularmente os "aviões-robôs" para destruir alvos no Oriente Médio.
Milhares de pessoas já foram mortas em ataques de drones, muitas delas inocentes, todas sem julgamento ou chance de defesa. A revista "Time", na edição da última semana de março de 2013, publicou a reportagem intitulada "Então, quem nós podemos matar?" (So, Who Can We Kill?), com um debate sobre a moralidade do uso bélico dos drones. O tema é recorrente nas principais revistas e jornais americanos. Entre membros da Organização das Nações Unidas (ONU), a preocupação é de que mais países passem a utilizar os drones como arma, numa escalada das mortes à distância.
Apesar de popularizado pela controversa utilização militar, é o uso civil dos drones que pode transformar inúmeros serviços. Com formatos e tamanhos variados, o número de máquinas voadoras controladas remotamente deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos no país e no mundo, devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores, sensores de raio-x, dentre outros.
Entusiastas falam em "revolução dos drones" e projetam milhares de aparelhos nos céus, em breve, seja a serviço do governo e de empresas ou para realizar tarefas cotidianas como entregar produtos, regar o gramado, acompanhar crianças até a escola ou guiar turistas pela cidade.
Hoje, distantes das indústrias, estudantes e apaixonados por tecnologia desenvolvem drones artesanais, aproveitando processadores, baterias e componentes retirados de smartphones e outros equipamentos eletrônicos.
Em alguns países, vants são usados para inspeção de linhas de transmissão, de rodovias ou grandes obras por transmitirem imagens em tempo real. Neste caso, são utilizados modelos pequenos, de até 2 kg, que sobrevoam centenas de quilômetros diariamente, bem próximos aos cabos da rede, identificando fios rompidos, ocupações irregulares e outros problemas.
As informações enviadas para a central são precisas, e o serviço de manutenção é acelerado. No Brasil, algumas empresas já estão começando a testá-lo no lugar de helicópteros.
Outro trabalho realizado por drones é o levantamento aéreo de terrenos, para cartografia, geografia e topografia, bem como serviços de filmagem para engenharia, mineração e indústria cinematográfica. Governos fazem uso da novidade principalmente nas áreas de segurança e de prevenção de desastres.
Só a AGX Tecnologia, uma das 15 indústrias que produzem esse tipo de aeronave no Brasil, diz ter vendido mais de 100 vants desde 2005, de acordo com o diretor Adriano Kancelkis. Entre os clientes estão órgãos públicos, consultorias ligadas ao ramo ambiental e fazendeiros que usam os drones para monitorar lavouras.
Outra empresa, a BRVant, já vendeu ao menos 35 para militares, agricultores e órgãos públicos, e também exportou outros para a América Latina. Segundo o proprietário, o engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) Rodrigo Kuntz, a falta de entendimento entre Aeronáutica e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre as regras necessárias para que esses aviões possam operar e serem certificados impede que as vendas sejam maiores.
“Assassinato sem julgamento”
Os Estados Unidos perceberam o potencial militar e passaram a usar drones para atacar alvos suspeitos de terrorismo no Afeganistão, Paquistão, Iêmen, Somália, além de monitorar outros países. A eficácia das missões é contestada por organizações de direitos humanos, que apontam um grande número de inocentes entre as vítimas e contestam a legalidade do recurso. Críticos falam em "assassinatos sem julgamento", "guerra suja" e "violação das leis internacionais".
A Fundação Nova América, baseada em Washington, contabiliza 350 ataques desde 2004, a maioria durante o governo de Barack Obama, com número de mortos entre 1.963 e 3.293, incluindo entre 261 e 305 civis. Segundo o Escritório de Jornalismo Investigativo, em Londres, o número de vítimas fatais em ataques americanos com drones é maior, entre 2.627 e 3.457, sendo entre 475 e 900 civis. No dia 20 de fevereiro, o senador republicano Lindsey Graham, defensor do uso de drones em ataques militares, disse que o número de mortos soma cerca de 4.700 pessoas, incluindo inocentes.
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou em janeiro uma investigação sobre as vítimas civis de disparos de drones e pretende identificar possíveis casos de "execuções extrajudiciais". Segundo o relator especial Ben Emmerson, "o aumento exponencial do uso da tecnologia dos drones em diversas situações representa um verdadeiro desafio para o direito internacional atual".
Na sociedade americana, houve manifestações por maior transparência nas regras usadas para os ataques. Segundo a ONU, 51 países já possuem essa tecnologia e há preocupação de que outros países resolvam usar o drone como arma além das fronteiras, como fazem os EUA, sem um inimigo claro. Em meio à pressão, Obama reconheceu que os americanos "merecem saber mais sobre os ataques" e prometeu trabalhar junto ao Congresso.
Os Estados Unidos possuem mais de 7.800 drones ao redor do mundo. Um terço do total de aeronaves da força aérea do país não é tripulado, e quase metade dos pilotos em formação vai comandar esse tipo de equipamento futuramente.
Avião-robô é realidade no Brasil
O uso militar e principalmente as aplicações civis dos veículos aéreos não tripulados fizeram o Brasil investir na nova tecnologia, transformando-se em um centro emergente de pesquisa, fabricação e utilização de drones.
O Brasil conta com 15 das 44 indústrias de drones na América Latina e reúne ao menos outras 5 empresas desenvolvendo sistemas, segundo a Associação Internacional de Veículos Não Tripulados (AUVSI) e a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde).
Apesar de pouco conhecidos e discutidos, os drones são realidade em vários setores do país, sendo usados nas áreas de energia, mineração, agricultura, rodovias e construção civil, além de ajudar no trabalho de órgãos policiais, ambientais e de defesa civil. Centros de pesquisa e desenvolvimento de projetos, montados em universidades com financiamentos do governo e da iniciativa privada, trabalham na construção de vants dos mais variados tamanhos, formas e serventias. Outros modelos são importados de países que já usam drones há mais tempo.
PF usa para fazer prisão no Paraná
No final de 2012, a Polícia Federal utilizou um vant israelense para seguir uma embarcação suspeita na tríplice fronteira com o Paraguai e a Argentina, em uma operação sigilosa contra o tráfico de drogas e o contrabando de armas.
A aeronave transmitiu em tempo real imagens de boa qualidade, feitas à noite, a investigadores do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (Nepom), que puderam realizar a prisão em flagrante dos criminosos. Outra ação usando o equipamento também teve êxito, e suspeitos de tráfico em região próxima à Usina de Itaipu foram presos.
A PF não deu maiores detalhes das operações, mas disse que o drone israelense tem custo operacional até 10 vezes inferior ao de um helicóptero tripulado. As duas unidades do modelo Heron, fabricados pela Israel Aerospace Industries Ltd (IAI), chegaram ao Brasil em 2010 ao custo de aproximadamente R$ 80 milhões cada. Os vants ficam alojados na Base Aérea de São Miguel do Iguaçu (PR) e são os únicos de uso civil certificados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no país.
Bope receberá em 2013
O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e a Defesa Civil do Rio de Janeiro vão contar ainda em 2013 com cinco unidades de um drone produzido pelo governo em parceria com o Instituto Militar de Engenharia (IME), do Exército. A aeronave foi utilizada durante as chuvas na Região Serrana e no distrito de Xerém, em Duque de Caxias, no início do ano.
"As imagens captadas por ela nos deram um conjunto rico de informações sobre onde era prioritário atuar, onde havia entulhos a serem retirados e para mapear o terreno e entender o que havia ocorrido", afirma o coronel Douglas Paulich Júnior. "A aeronave não tripulada irá revolucionar o trabalho de prevenção a desastres".
A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que o projeto de operação dos vants ainda está em estudo e que ainda não há conclusão sobre como os aparelhos serão empregados.
O modelo tem dois metros de envergadura e é elétrico, com alcance de 10 quilômetros e uma hora de autonomia de voo. Cada equipamento custa R$ 180 mil e transmite imagens em tempo real para uma espécie de óculos usado pelo operador em terra.
"Pretendemos fazer um vant brasileiríssimo, 100% nacional, inclusive com os sistemas e os sensores. Além da produção, vamos treinar os pilotos da polícia e dos bombeiros. O Bope separou até um grupo para um curso de três meses. Nosso objetivo é que saibam operar com segurança", diz o major Jacy Montenegro Magalhães Neto, gerente do projeto no IME.
PM usa na área ambiental em SP
A Polícia Militar de São Paulo comprou dois modelos da empresa AGX em 2012 e aguarda certificação dos equipamentos junto à Anac para usar na área ambiental.
Como teste, os drones foram usados para monitorar uma embarcação em área de exploração proibida e registrar em imagens os trabalhos ilegais realizados nas margens de um rio. A PM também estuda o uso para policiamento e no apoio a bombeiros em operações de salvamento no mar.
O comando da PM da Bahia está criando, dentro do seu grupamento aéreo, uma subunidade encarregada de planejar como os vants poderão ajudar no combate ao crime na divisa com Pernambuco, em uma região conhecida como Polígono da Maconha. "Já empregamos em testes e vamos adquirir alguns aviões ainda em 2013. É uma ferramenta maravilhosa, tanto para o patrulhamento de rodovias, acompanhamento de queimadas, quanto para inteligência, para monitorar ações de traficantes", diz o capitão Arlindo Bastos de Miranda Neto.
VANT para inspeção de energia
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) já investiu R$ 4 milhões para construir um drone, em parceria com a Fundação para Inovações Tecnológicas (Fitec), visando à redução de custos na inspeção de redes de transmissão de energia, hoje feita com helicópteros. Com possibilidade de viajar até 100 quilômetros, voando a 150 metros do solo para obter imagens detalhadas nas missões de inspeção, o protótipo ainda passa por testes e aguarda licença da Anac para operar.
"Já é possível, com ele, identificar casos de invasão de faixa de servidão (área abaixo e próxima da linha de transmissão que não pode ter ocupação), de realizações de obras, com movimentação de terras, próximos às estruturas, de ocorrências de erosões no pé da torre e de vegetações abaixo da linha, coisas que podem colocar em risco o sistema elétrico", afirma Jaelton Avelar Fernandino, gerente de Gestão Tecnológica da Cemig. A Petrobras firmou uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) para criar um drone apto a fiscalizar mais de 14 mil quilômetros de faixas de oleodutos, trabalho hoje realizado a pé pelos técnicos da empresa. O objetivo é desenvolver um aparelho capaz de verificar possíveis invasões e irregularidades, avaliar danos que possam colocar em risco a distribuição de óleo e agilizar os trabalhos de manutenção. Testes preliminares foram feitos em uma área do Exército no Rio de Janeiro, mas a decisão sobre adotar ou não os drones ainda não foi tomada.
"Ainda não temos a dimensão de quanto um vant pode reduzir custos e nos garantir rapidez na identificação de problemas. Isso só será possível quando levarmos para o uso real em um processo sistemático. Espero que até 2014 consiga ter uma avaliação, para que a empresa decida ou não como empregar a aeronave", diz Heitor Araujo, do departamento de tecnologia da Petrobras.
A Energia Sustentável do Brasil, consórcio que administra a construção da Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, usou drones para monitorar a retirada da vegetação do reservatório da usina. As imagens localizaram áreas de desmatamento ilegal na floresta amazônica e foram entregues ao Ibama para avaliação.
Na agricultura, drones são usados por empresas que atuam com levantamentos topográficos, mapeamento aéreo, consultoria ambiental, controle de pragas, correção de problemas, entre outros serviços. Diversas empresas investem no desenvolvimento de sistemas sofisticados de sensores e de gravação e transmissão de dados.
A AGX, empresa que desde 2002 foca no uso agrícola dos drones, já vendeu modelos para vigilância de usinas de cana de açúcar e para agricultura de precisão. Os vants tem preços que variam entre R$ 60 mil e R$ 800 mil, dependendo das configurações e do tipo de sistema instalado, e podem voar até quatro horas seguidas. Entre os clientes, além de empresas e de cooperativas, estão fazendeiros que fazem uso particular dos dispositivos.
Um novo modelo, construído em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Centro Tecnológico do Exército (CTex) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi lançado há poucos dias com uma novidade: um airbag capaz de proteger a aeronave em pouso vertical.
"Com o vant, ganha-se muito em relação a corte de despesas e segurança, quando se compara com o uso de um helicóptero. O vant pode obter imagens de alta qualidade com um custo operacional por hora de R$ 10. Enquanto que a hora de um voo de helicóptero fica em R$ 1.500 ou mais", afirma Adriano Kancelkis, diretor da AGX.
"O emprego do vant no Brasil é muito promissor, principalmente para fotos aéreas, planejamento urbano, controle de tráfego de rodovias, identificação de pontos críticos em estradas ou em grandes obras, controle de plantações ou na pecuária", diz Luiz Munaretto, diretor da Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (DCABR), que trabalha em parceria com a Anac para regulamentar o uso de drones no país.
Copa do Mundo e Olimpíada
Em 18 de fevereiro, a Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu dois aviões não tripulados feitos pela empresa israelense Elbit, que custaram R$ 48,174 milhões e serão montados em Santa Maria (RS), de onde devem operar a partir de março. Sem serem equipados com armas, os modelos vão reforçar a segurança nas sedes da Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016. Em junho deste ano, o sistema será testado durante a Copa das Confederações.
Até 2014 deve ficar pronto o Falcão, drone de mais de 800 kg que está sendo produzido pela brasileira Avibras com investimento do Ministério da Defesa e que será vendido pela Harpia (parceria da Embraer, Avibras e a israelense Elbit).
O modelo está entre os favoritos para ser adquirido pelos militares brasileiros. Um dos projetos, inclusive, é equipar o vant com mísseis e bombas para fins de combate.
"O drone é a evolução do poder de combate, ele sintetiza tudo. Ele tem sensores capazes de localizar qualquer coisa, consegue transmitir a informação em tempo real para qualquer lugar – o que só o drone é capaz – e pode neutralizar e eliminar a ameaça naquele exato momento. É uma arma completa", diz o general Alvaro Pinheiro, especialista em terrorismo e defensor da capacidade brasileira em operar drones com armas.
"O projeto existe, mas vai ficar para o futuro. Por enquanto, o foco prioritário é vigilância e monitoramento. O assunto é ainda bastante delicado. Precisamos primeiro avançar na atuação de vants de reconhecimento", afirma Renato Tovar, diretor da Avibras.
Entre as ações militares que as Forças Armadas planejam fazer empregando drones também estão o monitoramento de fronteiras, a segurança de instalações estratégicas como usinas e plataformas, a proteção da Amazônia, e a defesa da costa brasileira.
Fim da privacidade e riscos à aviação
A capacidade de circular sem serem percebidas, guiadas remotamente a partir de informação recebida por sensores e câmeras, faz com que os drones sejam motivo de desconfiança. Em vários países há debate sobre ética e moral no emprego de drones, principalmente no que se refere a questões de privacidade.
Há temor de que a falta de transparência no uso dos veículos encubra possíveis abusos no monitoramento de áreas e pessoas, com interceptação de conversas telefônicas, fotografias e filmagens feitas de maneira irregular. Países e indústrias já estão sujeitos à espionagem, por exemplo.
A verdade é que a tecnologia dos drones avança mais rapidamente do que o mundo é capaz de refletir sobre o seu uso e seus benefícios, abrindo espaço para projeções paranóicas de um futuro em que não será possível escapar do raio de ação dos drones. Com os céus repletos de pequenas aeronaves equipadas com alta tecnologia, como saber quem está operando o aparelho, quais informações estão sendo recolhidas e que usos serão feitos desses dados?
As autoridades temem ainda o risco de colisão com aviões e obstáculos aéreos, bem como a possibilidade de que o equipamento caia sobre áreas habitadas, colocando em risco a vida de pessoas em solo. Controlados de uma cabine, os drones circulam sem garantia de que os operadores tenham total conhecimento da situação no ar.
"Vant é como um avião. Não se pode impor as mesmas regras para um ultraleve e para um Airbus voarem. São tipos e tamanhos diferentes, com funções diferentes. Há vants pequenos e grandes, usados para coisas diferentes", explica o engenheiro Flávio Araripe, referência no tema no Brasil desde 1980, quando começou a estudar drones dentro da Aeronáutica.
O caminho seguro para que vants consolidem-se como ferramentas benéficas à sociedade é a regulamentação e a fiscalização das aeronaves e de seus operadores. O responsável pelo controle da aviação civil nos Estados Unidos deve divulgar ainda em 2013 normas referentes aos voos domésticos de drones. Vários países aguardam o documento para servir de base na criação de suas próprias leis.
Atualmente, a operação civil ainda é bem controlada nos Estados Unidos, restrita a liberação de licenças individuais e proibida em regiões habitadas.
No Brasil, a Anac reconhece a importância do uso civil dos drones, tanto para indústria como para a sociedade, mas afirma que, "devido aos novos desafios e características associadas ao voo remoto, são necessárias adequações na regulamentação deste tipo de aeronave para garantir níveis de segurança".
Na prática, apesar da pressão de empresas do setor, apenas os dois vants da Polícia Federal estão aptos a voar após terem recebido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), expedido para casos especiais, garantia de que a agência fez a avaliação do projeto técnico e de aeronavegabilidade, atestando as condições de segurança da aeronave.
A agência esclarece que, mesmo nos países em que existe a regulamentação sobre o tema, ainda há limitações na legislação devido à inexistência de especificações de aparelhos e de seus operadores, "que vão desde os critérios técnicos que um projeto deve atender até o treinamento necessário para as pessoas envolvidas", garantindo "que os vants possam ser integrados com segurança no espaço aéreo".
Tanto as normas da Anac quanto as regras do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, proíbem totalmente o voo de drones sobre cidades brasileiras. As demais operações precisam ser comunicadas à Aeronáutica com antecedência de 15 a 30 dias, para evitar que os veículos dividam o espaço aéreo com aviões comerciais.
"Nenhum país atualmente permite voo livre de vant. Sempre é um processo de autorização especial, concedido caso a caso. O maior desafio, no mundo todo, é tentar integrar a aeronave remotamente pilotada às aeronaves pilotadas", afirma o capitão José Augusto de Almeida, do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), um dos especialistas do tema no país.
Em outubro de 2012, a Anac publicou no Diário Oficial a Instrução Suplementar (IS) 21-002, que prevê requisitos básicos para certificar os veículos. Drones totalmente autônomos são proibidos. Interessados em obter a licença devem enviar para a agência informações sobre o modelo e o propósito da operação.
"O Brasil lidera na América do Sul, e também desponta no mundo, com iniciativas que envolvem o acesso de aeronaves remotamente controladas ao espaço aéreo. É um tema que envolve várias preocupações com a segurança", diz John Scull Walker, que integra um grupo que propõe regras para o uso de drones dentro dos Estados Unidos e outro que discute e regula internacionalmente o tema.
"O governo brasileiro está sendo o mais ativo na América Latina na abertura de seus céus para as vantagens e benefícios de aeronaves remotamente controladas e também no crescimento da indústria. No mundo todo, a regulação é restritiva em relação a áreas urbanas e a aplicação, apesar de crescente, é ainda muito limitada", diz Gretchen West, vice-presidente da Associação Internacional de Veículos Não Tripulados (AUVSI).
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não informa o número de vants no país porque o cadastro de aviões experimentais, usado para as aeronaves remotamente pilotadas, também engloba outros tipos de modelos, não sendo possível separar só os drones. Em 2012, a Anac tinha registrado 4.750 aeronaves experimentais. Apenas as duas unidades usadas pela PF, no entanto, estão autorizadas a voar.
Com o "boom" dos drones, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos expediu, desde 2007, mais de 1.400 licenças de operação para veículos de uso doméstico, sendo que 327 seguem listados como "ativos". Boa parte dos pedidos foi feito por unidades policiais, universidades, agências federais e departamentos de transporte. Só a agência responsável pela proteção das fronteiras conta com dez aeronaves para monitoramento dos limites com o México e o Canadá.
Estados Unidos, Israel, Irã, Rússia, China, Inglaterra, Itália e Paquistão lideram a produção e a utilização militar de drones, segundo a Federação Global UVS International, enquanto que Austrália, Canadá, França, Inglaterra e Espanha figuram entre os países mais avançados no uso civil e comercial das aeronaves.
By Raidenxresistance
quarta-feira, 27 de março de 2013
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 2 "A Revolução Francesa"
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 2 "A Revolução Francesa"
A derrubada violenta da monarquia francesa em 1789 simboliza para muitos a vitória do jacobinismo e Iluminismo sobre as instituições tradicionais da época. A adopção da Declaração dos Direitos Humanos oficialmente registrada os valores maçônicos e iluministas no núcleo do governo francês. Novo lema do país "Liberté, Égalité et Fraternité" (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) foi dito ser um famoso ditado maçônica que foi usado em lojas francesas durante séculos.
O documento oficial da Declaração dos Direitos Humanos contém vários símbolos ocultos referindo-se a sociedades secretas. Primeiro, o símbolo do Olho Que Tudo Vê dentro de um triângulo, cercado pela luz da estrela Sirius em chamas encontra-se acima de tudo (esse símbolo também é encontrado no Grande Selo dos Estados Unidos). Abaixo do título é descrito um Ouroboros (a serpente comendo a própria cauda), um símbolo esotérico associados a alquimia, gnosticismo e hermetismo, os ensinamentos fundamentais da Maçonaria. Logo abaixo do Ouroboros está um barrete frígio vermelho, um símbolo que representa revoluções iluministas em todo o mundo. A Declaração de inteira é guardada por pilares maçônicos.
Reação Contra o Iluminismo
Se apesar dos Illuminati da Baviera terem ditos como mortos, as idéias promovidas ainda se tornavam uma realidade. Os maçons e rosacruzes ainda estavam prosperando, e os Illuminati pareciam estar vivendo através deles. A Europa estava passando por turbulências profundas como uma nova classe de pessoas que tomaram os elmos de poder. Os críticos começaram a surgir, revelando às massas as forças secretas por trás das mudanças que eles estavam testemunhando.
Leopold Hoffman, um maçom que estava convencido de que os Illuminati haviam corrompido a sua Irmandade, publicou uma série de artigos em seu diário, intitulado Wiener Zeitschrift. Ele alegou que os níveis mais baixos dos Illuminati tinha sido dissolvidos, mas os mais altos graus ainda estavam ativos. Ele também acrescentou que a Maçonaria estava sendo "subjugada pelo Iluminismo" e transformada para servir os seus fins. Ele também afirmou que a Revolução Francesa foi o resultado de anos de propaganda iluminista.
Em 1797, John Robinson, um médico escocês, matemático e inventor (ele inventou a sirene) publicou um livro intitulado "Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa, exercidas no reuniões secretas dos Maçons Livres, Illuminati, Leitura e Sociedades ". Este maçom devoto ficou desencantado quando percebeu que sua fraternidade tinha sido infiltrado pelos Illuminati. Aqui está um trecho de seu livro:
"Descobri que uma Loja secreta maçon tinha sido empregada em todos os países para a ventilação e os sentimentos se propagam em religião e política, que não poderia ter circulado em público sem expor o autor a grande perigo. Eu achei que esta impunidade havia gradualmente encorajado os homens de princípios licenciosos para se tornarem mais ousados, e para ensinar as doutrinas subversivas de todas as nossas noções de moral e de toda a nossa confiança no governo moral do universo e de todas as nossas esperanças de melhoria em um futuro estado de existência e de toda a satisfação e contentamento com a nossa vida presente, desde que vivemos em um estado de subordinação civil. Eu tenho sido capaz de rastrear essas tentativas, fiz, através de um curso de 50 anos, sob o pretexto especioso de iluminar o mundo, a tocha da filosofia, e de dissipar as nuvens de superstição civis e religiosas que mantêm as nações da Europa nas trevas e escravidão.
Tenho observado essas doutrinas gradualmente difundidas e misturaradas com todos os diferentes sistemas da Maçonaria, até que, finalmente, uma associação foi formada com o propósito expresso de extirpar todos os estabelecimentos religiosos, e invertendo todos os governos existentes DA EUROPA. Eu já vi essa Associação exercendo-se com zelo e sistematicamente, até que tornou-se quase irresistível: E eu tenho visto que os líderes mais ativos da Revolução Francesa eram membros desta Associação, e conduziram os seus movimentos primeiro de acordo com seus princípios, e por meio de suas instruções e assistência, formalmente solicitadas e obtidas: E, finalmente, tenho visto que esta associação ainda existe, ainda trabalha em segredo, e que não só várias aparições entre nós mostram que seus emissários estão se esforçando para propagar suas doutrinas detestáveis, mas que a Associação tem Lojas na Grã-Bretanha correspondente com a Loja Mãe em Munique desde 1784. . . A Associação dos quais eu tenho falado é a Ordem dos Illuminati, fundada, em 1775 [sic], pelo Dr. Adam Weishaupt, professor de Direito Canónico, na Universidade de Ingolstadt, em 1786 e abolido pelo Eleitor da Baviera, mas reviveu imediatamente após, sob outro nome, e de uma forma diferente, em toda a Alemanha. Foi novamente detectado, e aparentemente quebrado, mas que tinha por esta altura levado tão profundas raízes que ainda subsiste sem ser detectado, e se espalhou em todos os países da Europa " - John Robinson, Proofs of a Conspiracy
Augustin Barrel, um sacerdote jesuíta francês também publicou em 1797 um livro de ligação a Revolução Francesa com os Illuminati da Baviera. Em "Mémoires despeje à l'histoire SERVIR du Jacobisime", ele remonta o slogan "Liberdade e Igualdade" de volta aos Templários e afirma que, nos graus mais elevados da ordem, liberdade e igualdade é explicada não só pela "guerra contra a reis e tronos ", mas por "guerra contra Cristo e os altares". Ele também forneceu detalhes referentes ao aquisição iluminista da Maçonaria.
"Barruel não foi só cobrado das ordem mais baixas da Maçonaria que foram enganados por Weishaupt, mas também aqueles Illuminati do próprio Weishaupt, para quem ele tinha fornecido um outro nível ‘top-secret’ de direção conhecida como a Aeopagus, um círculo retirada de diretores de toda a ordem, o único que sabia visa o seu segredo. Para Barruel, tais líderes revolucionários como La Rochefoucauld, Lafayette, e o duque d'Orléans, tinha-se tornado agentes Illuminati e enganado os mais radicais extremos, como Danton, provocadores que provocaram a rebelião dirigida pelos Illuminati. Barruel ainda foi mais cobrado que o estabelecimento francês maçônico tinha sido todo convertido em idéias revolucionárias de Weishaupt, suas lojas foram transformadas em comitês secretos que planejaram derramamento de sangue "
By Raidenxresistance
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 2 "A Revolução Francesa"
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 2 "A Revolução Francesa"
A derrubada violenta da monarquia francesa em 1789 simboliza para muitos a vitória do jacobinismo e Iluminismo sobre as instituições tradicionais da época. A adopção da Declaração dos Direitos Humanos oficialmente registrada os valores maçônicos e iluministas no núcleo do governo francês. Novo lema do país "Liberté, Égalité et Fraternité" (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) foi dito ser um famoso ditado maçônica que foi usado em lojas francesas durante séculos.
O documento oficial da Declaração dos Direitos Humanos contém vários símbolos ocultos referindo-se a sociedades secretas. Primeiro, o símbolo do Olho Que Tudo Vê dentro de um triângulo, cercado pela luz da estrela Sirius em chamas encontra-se acima de tudo (esse símbolo também é encontrado no Grande Selo dos Estados Unidos). Abaixo do título é descrito um Ouroboros (a serpente comendo a própria cauda), um símbolo esotérico associados a alquimia, gnosticismo e hermetismo, os ensinamentos fundamentais da Maçonaria. Logo abaixo do Ouroboros está um barrete frígio vermelho, um símbolo que representa revoluções iluministas em todo o mundo. A Declaração de inteira é guardada por pilares maçônicos.
Reação Contra o Iluminismo
Se apesar dos Illuminati da Baviera terem ditos como mortos, as idéias promovidas ainda se tornavam uma realidade. Os maçons e rosacruzes ainda estavam prosperando, e os Illuminati pareciam estar vivendo através deles. A Europa estava passando por turbulências profundas como uma nova classe de pessoas que tomaram os elmos de poder. Os críticos começaram a surgir, revelando às massas as forças secretas por trás das mudanças que eles estavam testemunhando.
Leopold Hoffman, um maçom que estava convencido de que os Illuminati haviam corrompido a sua Irmandade, publicou uma série de artigos em seu diário, intitulado Wiener Zeitschrift. Ele alegou que os níveis mais baixos dos Illuminati tinha sido dissolvidos, mas os mais altos graus ainda estavam ativos. Ele também acrescentou que a Maçonaria estava sendo "subjugada pelo Iluminismo" e transformada para servir os seus fins. Ele também afirmou que a Revolução Francesa foi o resultado de anos de propaganda iluminista.
Em 1797, John Robinson, um médico escocês, matemático e inventor (ele inventou a sirene) publicou um livro intitulado "Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa, exercidas no reuniões secretas dos Maçons Livres, Illuminati, Leitura e Sociedades ". Este maçom devoto ficou desencantado quando percebeu que sua fraternidade tinha sido infiltrado pelos Illuminati. Aqui está um trecho de seu livro:
"Descobri que uma Loja secreta maçon tinha sido empregada em todos os países para a ventilação e os sentimentos se propagam em religião e política, que não poderia ter circulado em público sem expor o autor a grande perigo. Eu achei que esta impunidade havia gradualmente encorajado os homens de princípios licenciosos para se tornarem mais ousados, e para ensinar as doutrinas subversivas de todas as nossas noções de moral e de toda a nossa confiança no governo moral do universo e de todas as nossas esperanças de melhoria em um futuro estado de existência e de toda a satisfação e contentamento com a nossa vida presente, desde que vivemos em um estado de subordinação civil. Eu tenho sido capaz de rastrear essas tentativas, fiz, através de um curso de 50 anos, sob o pretexto especioso de iluminar o mundo, a tocha da filosofia, e de dissipar as nuvens de superstição civis e religiosas que mantêm as nações da Europa nas trevas e escravidão.
Tenho observado essas doutrinas gradualmente difundidas e misturaradas com todos os diferentes sistemas da Maçonaria, até que, finalmente, uma associação foi formada com o propósito expresso de extirpar todos os estabelecimentos religiosos, e invertendo todos os governos existentes DA EUROPA. Eu já vi essa Associação exercendo-se com zelo e sistematicamente, até que tornou-se quase irresistível: E eu tenho visto que os líderes mais ativos da Revolução Francesa eram membros desta Associação, e conduziram os seus movimentos primeiro de acordo com seus princípios, e por meio de suas instruções e assistência, formalmente solicitadas e obtidas: E, finalmente, tenho visto que esta associação ainda existe, ainda trabalha em segredo, e que não só várias aparições entre nós mostram que seus emissários estão se esforçando para propagar suas doutrinas detestáveis, mas que a Associação tem Lojas na Grã-Bretanha correspondente com a Loja Mãe em Munique desde 1784. . . A Associação dos quais eu tenho falado é a Ordem dos Illuminati, fundada, em 1775 [sic], pelo Dr. Adam Weishaupt, professor de Direito Canónico, na Universidade de Ingolstadt, em 1786 e abolido pelo Eleitor da Baviera, mas reviveu imediatamente após, sob outro nome, e de uma forma diferente, em toda a Alemanha. Foi novamente detectado, e aparentemente quebrado, mas que tinha por esta altura levado tão profundas raízes que ainda subsiste sem ser detectado, e se espalhou em todos os países da Europa " - John Robinson, Proofs of a Conspiracy
Augustin Barrel, um sacerdote jesuíta francês também publicou em 1797 um livro de ligação a Revolução Francesa com os Illuminati da Baviera. Em "Mémoires despeje à l'histoire SERVIR du Jacobisime", ele remonta o slogan "Liberdade e Igualdade" de volta aos Templários e afirma que, nos graus mais elevados da ordem, liberdade e igualdade é explicada não só pela "guerra contra a reis e tronos ", mas por "guerra contra Cristo e os altares". Ele também forneceu detalhes referentes ao aquisição iluminista da Maçonaria.
"Barruel não foi só cobrado das ordem mais baixas da Maçonaria que foram enganados por Weishaupt, mas também aqueles Illuminati do próprio Weishaupt, para quem ele tinha fornecido um outro nível ‘top-secret’ de direção conhecida como a Aeopagus, um círculo retirada de diretores de toda a ordem, o único que sabia visa o seu segredo. Para Barruel, tais líderes revolucionários como La Rochefoucauld, Lafayette, e o duque d'Orléans, tinha-se tornado agentes Illuminati e enganado os mais radicais extremos, como Danton, provocadores que provocaram a rebelião dirigida pelos Illuminati. Barruel ainda foi mais cobrado que o estabelecimento francês maçônico tinha sido todo convertido em idéias revolucionárias de Weishaupt, suas lojas foram transformadas em comitês secretos que planejaram derramamento de sangue "
By Raidenxresistance
terça-feira, 26 de março de 2013
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 1
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 1
Em 1777, ano seguinte à criação dos Illuminati, Weishaupt juntou-se à loja maçônica de Theodore of Good Counsel, em Munique. Não só ele conseguiu propagar seus pontos de vista no interior da loja, ele também conseguiu obter a apresentação de ter "virtualmente absorvido a ordem iluminista quase imediatamente"
A aliança definitiva entre os Illuminati e a Maçonaria se tornou possível em 1780, quando uma figura proeminente pelo nome de Barão Adolf Franz Friederich Knigge foi iniciado na Ordem de Weishaupt. Ligações maçônicas do diplomata alemão e habilidades organizacionais foram prontamente colocadas em uso pela Ordem. Knigge iria passar a realizar duas tarefas importantes para os Illuminati: Ele revisou a hierarquia da Ordem, criou novas notas mais altas e permitiu a plena integração das lojas maçônicas no sistema.
"Duas consequências pesadas imediatamente seguidas como resultado do advento da Kinigge na ordem. Os graus mais elevados há muitos procurados foram trabalhados, e uma aliança entre os Illuminati e a Maçonaria foi feita."
Knigge, um diplomata alemão e influente no Norte juntou-se ao ocultismo Illuminati em 1780. Ele está aqui exibindo o sinal da Mão Invisível (Um sinal ocultista de comunicação entre os já iniciados).
A influência da Knigge sobre a Ordem foi profunda e imediata. O novo sistema que ele criou atraiu maçons e outras figuras poderosas, que deu o impulso grande no movimento.
Knigge manteve notas originais da Ordem intocadas, mas acrescentou novas classes acima deles. O segundo nível do Illuminati incorporados aos graus da Maçonaria tornando, portanto, a Irmandade simplesmente uma parte da superestrutura mais ampla iluminista.
"O grau de Aprendiz (a parte do sistema apenas no sentido de preparação) foi deixada inalterada pelo Knigge, para salvar a adição de uma comunicação impressa para ser colocado nas mãos de todos os novos recrutas, aconselhando-os que a Ordem dos Illuminati está mais contra todas as outras formas de maçonaria contemporânea como não a um tipo degenerado, e como tal só capaz de restaurar o ofício ao seu antigo esplendor. (...)
Os três graus simbólicos da segunda classe parecem ter sido concebidos exclusivamente para a finalidade de fornecer uma avenida pela qual os membros dos vários ramos da grande família maçônica poderia passar aos graus mais elevados da nova ordem "
As melhores notas da Ordem foram restritas a um seleto e incluiu indivíduos poderosos e influentes figuras. O grau de Príncipe realizado dentro de suas fileiras, os inspectores nacionais, provinciais, prefeitos e sacerdotes dos vales. No topo da pirâmide foram os Magus (também conhecido como Areopagites), que compreende os chefes supremos da Ordem. Suas identidades foram guardados com segurança e ainda são difíceis de confirmar hoje.
A estratégia de Knigge deu resultados impressionantes e permitiu que os Illuminati se tornarem um movimento extremamente poderoso.
"O novo método de espalhar Iluminismo por meio de sua afiliação com as lojas maçônicas prontamente demonstrou o seu valor. Grande parte devido à estratégia de multa de busca de seus recrutas entre os oficiais e outros personagens influentes nas lojas da Maçonaria, um após outro, este último em rápida sucessão passou para o novo sistema. Prefeituras novas foram criadas, novas províncias organizadas e provinciais começaram a relatar um fluxo constante e abundante de novos recrutas. (...) Os estudantes, comerciantes, médicos, farmacêuticos, advogados, juízes, professores de ginásios e universidades, preceptores, funcionários civis, pastores, sacerdotes - todos foram generosamente representados entre os novos recrutas. Nomes distintos logo apareceram na listas das lojas do novo sistema. Duque Ferdinand de Brunswick, Duque Ernst de Gotha, Duque Karl August de Saxe-Weimar, o Príncipe August de Saxe-Gotha, o Príncipe Carl de Hesse, o Barão Dalberg, o filósofo Herder , o poeta Goethe, o educador Pestalozzi, estavam entre o número de inscritos. Até o final de 1784 os líderes vangloriaram-se de um registro total de entre dois e três mil membros, 106. e o estabelecimento da ordem sobre uma base sólida parecia ser plenamente assegurado."
Weishaup, no entanto, não gostava de sucesso de sua Ordem por muito tempo. Suspeitas da conspiração Illuminati contra os governos e religiosos surgiram em toda a Europa. Vendo uma ameaça crível contra o seu poder, o governo da Baviera lançou um edital proibindo todas as comunidades, sociedades e irmandades que existiam sem a devida autorização da lei. Além disso, as divergências internas entre Weishaupt e os superiores de sua Ordem levaram a conflitos e dissensões. No meio de tudo isso, alguns membros foram diretamente para as autoridades e testemunharam contra a Ordem, uma oportunidade que não foi perdida pelo governo da Baviera.
"Da boca dos seus amigos, as acusações que seus inimigos fizeram contra a ordem foram fundamentadas. Pela admissão de seus líderes, o sistema dos Illuminati tinha a aparência de uma organização dedicada à derrubada da religião e do Estado, um bando de envenenadores e falsificadores, uma associação de homens de moral repugnante e gosto depravado "
A partir de 1788, através do uso da legislação agressiva e acusações criminais, os Illuminati da Baviera foi aparentemente dissipada e destruída pelo governo. Enquanto alguns vêem aqui a conclusão da história dos Illuminati, não se deve esquecer que os tentáculos do Iluminismo teve tempo para se espalhar muito além de limites da Baviera para chegar as lojas maçônicas em toda a Europa. Em outras palavras, os Illuminati nunca foram destruídos, ele simplesmente passaram à clandestinidade. Um ano mais tarde, um evento importante iria provar que o Iluminismo foi mais vivo e potente do que nunca: a Revolução Francesa...
By Raidenxresistance
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 1
A Infiltração da Maçonaria. PARTE 1
Em 1777, ano seguinte à criação dos Illuminati, Weishaupt juntou-se à loja maçônica de Theodore of Good Counsel, em Munique. Não só ele conseguiu propagar seus pontos de vista no interior da loja, ele também conseguiu obter a apresentação de ter "virtualmente absorvido a ordem iluminista quase imediatamente"
A aliança definitiva entre os Illuminati e a Maçonaria se tornou possível em 1780, quando uma figura proeminente pelo nome de Barão Adolf Franz Friederich Knigge foi iniciado na Ordem de Weishaupt. Ligações maçônicas do diplomata alemão e habilidades organizacionais foram prontamente colocadas em uso pela Ordem. Knigge iria passar a realizar duas tarefas importantes para os Illuminati: Ele revisou a hierarquia da Ordem, criou novas notas mais altas e permitiu a plena integração das lojas maçônicas no sistema.
"Duas consequências pesadas imediatamente seguidas como resultado do advento da Kinigge na ordem. Os graus mais elevados há muitos procurados foram trabalhados, e uma aliança entre os Illuminati e a Maçonaria foi feita."
Knigge, um diplomata alemão e influente no Norte juntou-se ao ocultismo Illuminati em 1780. Ele está aqui exibindo o sinal da Mão Invisível (Um sinal ocultista de comunicação entre os já iniciados).
A influência da Knigge sobre a Ordem foi profunda e imediata. O novo sistema que ele criou atraiu maçons e outras figuras poderosas, que deu o impulso grande no movimento.
Knigge manteve notas originais da Ordem intocadas, mas acrescentou novas classes acima deles. O segundo nível do Illuminati incorporados aos graus da Maçonaria tornando, portanto, a Irmandade simplesmente uma parte da superestrutura mais ampla iluminista.
"O grau de Aprendiz (a parte do sistema apenas no sentido de preparação) foi deixada inalterada pelo Knigge, para salvar a adição de uma comunicação impressa para ser colocado nas mãos de todos os novos recrutas, aconselhando-os que a Ordem dos Illuminati está mais contra todas as outras formas de maçonaria contemporânea como não a um tipo degenerado, e como tal só capaz de restaurar o ofício ao seu antigo esplendor. (...)
Os três graus simbólicos da segunda classe parecem ter sido concebidos exclusivamente para a finalidade de fornecer uma avenida pela qual os membros dos vários ramos da grande família maçônica poderia passar aos graus mais elevados da nova ordem "
As melhores notas da Ordem foram restritas a um seleto e incluiu indivíduos poderosos e influentes figuras. O grau de Príncipe realizado dentro de suas fileiras, os inspectores nacionais, provinciais, prefeitos e sacerdotes dos vales. No topo da pirâmide foram os Magus (também conhecido como Areopagites), que compreende os chefes supremos da Ordem. Suas identidades foram guardados com segurança e ainda são difíceis de confirmar hoje.
A estratégia de Knigge deu resultados impressionantes e permitiu que os Illuminati se tornarem um movimento extremamente poderoso.
"O novo método de espalhar Iluminismo por meio de sua afiliação com as lojas maçônicas prontamente demonstrou o seu valor. Grande parte devido à estratégia de multa de busca de seus recrutas entre os oficiais e outros personagens influentes nas lojas da Maçonaria, um após outro, este último em rápida sucessão passou para o novo sistema. Prefeituras novas foram criadas, novas províncias organizadas e provinciais começaram a relatar um fluxo constante e abundante de novos recrutas. (...) Os estudantes, comerciantes, médicos, farmacêuticos, advogados, juízes, professores de ginásios e universidades, preceptores, funcionários civis, pastores, sacerdotes - todos foram generosamente representados entre os novos recrutas. Nomes distintos logo apareceram na listas das lojas do novo sistema. Duque Ferdinand de Brunswick, Duque Ernst de Gotha, Duque Karl August de Saxe-Weimar, o Príncipe August de Saxe-Gotha, o Príncipe Carl de Hesse, o Barão Dalberg, o filósofo Herder , o poeta Goethe, o educador Pestalozzi, estavam entre o número de inscritos. Até o final de 1784 os líderes vangloriaram-se de um registro total de entre dois e três mil membros, 106. e o estabelecimento da ordem sobre uma base sólida parecia ser plenamente assegurado."
Weishaup, no entanto, não gostava de sucesso de sua Ordem por muito tempo. Suspeitas da conspiração Illuminati contra os governos e religiosos surgiram em toda a Europa. Vendo uma ameaça crível contra o seu poder, o governo da Baviera lançou um edital proibindo todas as comunidades, sociedades e irmandades que existiam sem a devida autorização da lei. Além disso, as divergências internas entre Weishaupt e os superiores de sua Ordem levaram a conflitos e dissensões. No meio de tudo isso, alguns membros foram diretamente para as autoridades e testemunharam contra a Ordem, uma oportunidade que não foi perdida pelo governo da Baviera.
"Da boca dos seus amigos, as acusações que seus inimigos fizeram contra a ordem foram fundamentadas. Pela admissão de seus líderes, o sistema dos Illuminati tinha a aparência de uma organização dedicada à derrubada da religião e do Estado, um bando de envenenadores e falsificadores, uma associação de homens de moral repugnante e gosto depravado "
A partir de 1788, através do uso da legislação agressiva e acusações criminais, os Illuminati da Baviera foi aparentemente dissipada e destruída pelo governo. Enquanto alguns vêem aqui a conclusão da história dos Illuminati, não se deve esquecer que os tentáculos do Iluminismo teve tempo para se espalhar muito além de limites da Baviera para chegar as lojas maçônicas em toda a Europa. Em outras palavras, os Illuminati nunca foram destruídos, ele simplesmente passaram à clandestinidade. Um ano mais tarde, um evento importante iria provar que o Iluminismo foi mais vivo e potente do que nunca: a Revolução Francesa...
By Raidenxresistance
segunda-feira, 25 de março de 2013
Os vivos mortos já chegaram...
Os vivos mortos já chegaram...
Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
algo terrivel de se ver. Por tanto Não postarei imagens.
Mas,querem apostar que logo a REDEPODRE de Televisão assim como outras, irão fazer propaganda, incentivando subliminarmente o uso,mostrando como pode ser Fácil encontrar os ingredientes! Uma simples propaganda disfarçada de reportagem!
"As primeiras mensagens em uma repostagem,Não permanecem na mente dos espectadores,mas as ultimas."
Pesquizem,procurem a informação!!! ACORDEM!!!
By Raidenresistance
Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
algo terrivel de se ver. Por tanto Não postarei imagens.
Mas,querem apostar que logo a REDEPODRE de Televisão assim como outras, irão fazer propaganda, incentivando subliminarmente o uso,mostrando como pode ser Fácil encontrar os ingredientes! Uma simples propaganda disfarçada de reportagem!
"As primeiras mensagens em uma repostagem,Não permanecem na mente dos espectadores,mas as ultimas."
Pesquizem,procurem a informação!!! ACORDEM!!!
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Os vivos mortos já chegaram...
Os vivos mortos já chegaram...
Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
algo terrivel de se ver. Por tanto Não postarei imagens.
Mas,querem apostar que logo a REDEPODRE de Televisão assim como outras, irão fazer propaganda, incentivando subliminarmente o uso,mostrando como pode ser Fácil encontrar os ingredientes! Uma simples propaganda disfarçada de reportagem!
"As primeiras mensagens em uma repostagem,Não permanecem na mente dos espectadores,mas as ultimas."
Pesquizem,procurem a informação!!! ACORDEM!!!
By Raidenresistance
Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
algo terrivel de se ver. Por tanto Não postarei imagens.
Mas,querem apostar que logo a REDEPODRE de Televisão assim como outras, irão fazer propaganda, incentivando subliminarmente o uso,mostrando como pode ser Fácil encontrar os ingredientes! Uma simples propaganda disfarçada de reportagem!
"As primeiras mensagens em uma repostagem,Não permanecem na mente dos espectadores,mas as ultimas."
Pesquizem,procurem a informação!!! ACORDEM!!!
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Vírus letal e desconhecido causa preocupação mundial
Vírus letal e desconhecido causa preocupação mundial
Médicos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, anunciaram por meio de uma publicação semanal, a grave preocupação por conta de existência de um desconhecido vírus que é violentamente letal para os seres humanos.
Este vírus, que tem parentesco com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (da sigla SARS), surgiu no Oriente Médio e há rumores de que três casos na Grã-Bretanha. Das 14 pessoas que foram infectadas por este vírus, oito já morreram.
Os sintomas principais da doença são infecção respiratória aguda com febre, tosse e dificuldade para respirar. O vírus é transmitido de pessoa para a pessoa e não de animais, como foi inicialmente cogitado.
Os recentes casos fizeram com que os médicos norte-americanos fizessem um apelo à comunidade médica em geral para que se preste atenção especial ao pacientes que apresentarem uma infecção respiratória aparentemente sem explicação e que tenham viajado ao Oriente Médio recentemente. Os pesquisadores recomendam agir com rapidez para evitar uma propagação massiva deste vírus que a medicina ainda não sabe como combater.
enfim,essa historia de Apocalipse zumb,i esta tão em alta, Não é a toa. Não pense que será tão divertido como nos joguinhos,onde matamos os zumbis,porque você pode ser um...
Enquanto o povo esta alienado! muita coisa ao redor do mundo esta acontecendo, agendas sendo cumpridas redução populacional.
By Raidenxresistance
Vírus letal e desconhecido causa preocupação mundial
Vírus letal e desconhecido causa preocupação mundial
Médicos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, anunciaram por meio de uma publicação semanal, a grave preocupação por conta de existência de um desconhecido vírus que é violentamente letal para os seres humanos.
Este vírus, que tem parentesco com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (da sigla SARS), surgiu no Oriente Médio e há rumores de que três casos na Grã-Bretanha. Das 14 pessoas que foram infectadas por este vírus, oito já morreram.
Os sintomas principais da doença são infecção respiratória aguda com febre, tosse e dificuldade para respirar. O vírus é transmitido de pessoa para a pessoa e não de animais, como foi inicialmente cogitado.
Os recentes casos fizeram com que os médicos norte-americanos fizessem um apelo à comunidade médica em geral para que se preste atenção especial ao pacientes que apresentarem uma infecção respiratória aparentemente sem explicação e que tenham viajado ao Oriente Médio recentemente. Os pesquisadores recomendam agir com rapidez para evitar uma propagação massiva deste vírus que a medicina ainda não sabe como combater.
enfim,essa historia de Apocalipse zumb,i esta tão em alta, Não é a toa. Não pense que será tão divertido como nos joguinhos,onde matamos os zumbis,porque você pode ser um...
Enquanto o povo esta alienado! muita coisa ao redor do mundo esta acontecendo, agendas sendo cumpridas redução populacional.
By Raidenxresistance
Quando um Novato provava a seus superiores ser digno de avanço, ele iria ser iniciado com o grau de Minerval.
Um dos selos Minervais dos Illuminati da Baviera. Estes pingentes, usados ao redor do pescoç
o de Minerval iniciado, continha com a Coruja de Minerva. Também conhecida como o Coruja da Sabedoria, esse símbolo é encontrado ainda hoje em lugares poderosos: ao redor da Casa Branca, escondido na nota de dólar ou na insígnia do Bohemian Club
O termo Minerval é derivado de Minerva, que era a deusa romana da poesia, da medicina, da sabedoria, do comércio, tecelagem, artesanato, magia e música. Ela é muitas vezes representada com a sua criatura sagrada, uma coruja, que simboliza os laços com sabedoria. Um símbolo antigo dos mistérios, Minerva é destaque em lugares como a Biblioteca do Congresso e do Grande Selo da Califórnia.
A segunda série dos Illuminati foi uma das doutrinações. Os iniciados tinham aulas sobre os princípios espirituais da Ordem, mas tinham pouca informação sobre os verdadeiros objetivos de Weishaupt e seu círculo íntimo de administradores.
"A cerimônia de iniciação através do qual o Iniciante passava para o grau Minerval era esperado para desiludir a mente do candidato de qualquer suspeita de que a ordem tinha como objetivo supremo a subjugação dos ricos e poderosos, ou, queda de civis e governo eclesiástico. Ele também prometia ao candidato para ser útil à humanidade, para manter um silêncio eterno, uma fidelidade inviolável, e uma obediência implícita com respeito a todos os superiores e as regras da ordem;. E sacrificar todos os interesses pessoais aos da sociedade "
Os Minervais eram autorizados a conhecer alguns dos seus superiores (Minervais Iluminado) e se envolver em discussões com eles. Este privilégio só foi uma grande fonte de motivação para os novos iniciados.
Minerval Iluminado
Selecionados entre os Minervais, ao Minerval Iluminado eram dadas tarefas específicas a cumprir, a fim de prepará-los para tomar medidas no "mundo real". A maior parte do trabalho consistiu no estudo da humanidade e da perfeição de métodos para dirigi-lo. Cada Minerval Iluminado foi confiado a um pequeno grupo de Minervais que eram examinados, analisados e levados para direções específicas. Os graus menores dos membros da Ordem, portanto, tornaram-se assuntos de teste para as técnicas que poderiam ser aplicadas para as massas em geral.
"Para o grau do Minerval Iluminado foram admitidos os Minervais que no julgamento de seus superiores eram dignos de avanço. Elaboravam cerimônias de iniciação fixas na mente do candidato e as noções que a purificação progressiva de sua vida era de se esperar que ele trabalhasse em seu caminho para cima, na ordem, e que o domínio das artes de homens dirigindo era para ser sua perseguição especial, desde que ele permanecesse no novo grau. Para conseguir este último, ou seja, para se tornar um psicólogo perito e diretor de consciência do homem, ele deveria observar e estudar constantemente as ações, propósitos, desejos, defeitos e virtudes do pequeno grupo de Minervais que foram colocados sob a sua orientação pessoal e cuidados . Por sua orientação nesta difícil tarefa complicada uma massa de instruções foram fornecidas ele.
Além de sua presença contínua nas assembléias do Minervais, os membros desta classe se reuniram uma vez por mês por si só, para ouvir relatos sobre os seus discípulos, para discutir métodos de realizar os melhores resultados em seu trabalho de direção e para solicitar a cada outros conselhos em casos difíceis e embaraçosos. Nessas reuniões os registros das assembléias do Minervais foram revistos e corrigidos e depois transmitidas aos oficiais superiores da ordem ".
A partir desta estrutura básica, os Illuminati começaram a sua expansão. Tudo estava no lugar para Weishaupt alcançar um objetivo importante: a infiltração da Maçonaria.
Quando um Novato provava a seus superiores ser digno de avanço, ele iria ser iniciado com o grau de Minerval.
Um dos selos Minervais dos Illuminati da Baviera. Estes pingentes, usados ao redor do pescoç
O termo Minerval é derivado de Minerva, que era a deusa romana da poesia, da medicina, da sabedoria, do comércio, tecelagem, artesanato, magia e música. Ela é muitas vezes representada com a sua criatura sagrada, uma coruja, que simboliza os laços com sabedoria. Um símbolo antigo dos mistérios, Minerva é destaque em lugares como a Biblioteca do Congresso e do Grande Selo da Califórnia.
A segunda série dos Illuminati foi uma das doutrinações. Os iniciados tinham aulas sobre os princípios espirituais da Ordem, mas tinham pouca informação sobre os verdadeiros objetivos de Weishaupt e seu círculo íntimo de administradores.
"A cerimônia de iniciação através do qual o Iniciante passava para o grau Minerval era esperado para desiludir a mente do candidato de qualquer suspeita de que a ordem tinha como objetivo supremo a subjugação dos ricos e poderosos, ou, queda de civis e governo eclesiástico. Ele também prometia ao candidato para ser útil à humanidade, para manter um silêncio eterno, uma fidelidade inviolável, e uma obediência implícita com respeito a todos os superiores e as regras da ordem;. E sacrificar todos os interesses pessoais aos da sociedade "
Os Minervais eram autorizados a conhecer alguns dos seus superiores (Minervais Iluminado) e se envolver em discussões com eles. Este privilégio só foi uma grande fonte de motivação para os novos iniciados.
Minerval Iluminado
Selecionados entre os Minervais, ao Minerval Iluminado eram dadas tarefas específicas a cumprir, a fim de prepará-los para tomar medidas no "mundo real". A maior parte do trabalho consistiu no estudo da humanidade e da perfeição de métodos para dirigi-lo. Cada Minerval Iluminado foi confiado a um pequeno grupo de Minervais que eram examinados, analisados e levados para direções específicas. Os graus menores dos membros da Ordem, portanto, tornaram-se assuntos de teste para as técnicas que poderiam ser aplicadas para as massas em geral.
"Para o grau do Minerval Iluminado foram admitidos os Minervais que no julgamento de seus superiores eram dignos de avanço. Elaboravam cerimônias de iniciação fixas na mente do candidato e as noções que a purificação progressiva de sua vida era de se esperar que ele trabalhasse em seu caminho para cima, na ordem, e que o domínio das artes de homens dirigindo era para ser sua perseguição especial, desde que ele permanecesse no novo grau. Para conseguir este último, ou seja, para se tornar um psicólogo perito e diretor de consciência do homem, ele deveria observar e estudar constantemente as ações, propósitos, desejos, defeitos e virtudes do pequeno grupo de Minervais que foram colocados sob a sua orientação pessoal e cuidados . Por sua orientação nesta difícil tarefa complicada uma massa de instruções foram fornecidas ele.
Além de sua presença contínua nas assembléias do Minervais, os membros desta classe se reuniram uma vez por mês por si só, para ouvir relatos sobre os seus discípulos, para discutir métodos de realizar os melhores resultados em seu trabalho de direção e para solicitar a cada outros conselhos em casos difíceis e embaraçosos. Nessas reuniões os registros das assembléias do Minervais foram revistos e corrigidos e depois transmitidas aos oficiais superiores da ordem ".
A partir desta estrutura básica, os Illuminati começaram a sua expansão. Tudo estava no lugar para Weishaupt alcançar um objetivo importante: a infiltração da Maçonaria.
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